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A blefaroplastia é a cirurgia facial que trata as bolsas e excesso de pele das pálpebras, melhorando o aspecto da face a partir do rejuvenescimento da região em torno dos olhos. Essa cirurgia é muito procurada após os 40 anos por homens e mulheres, pois, com o envelhecimento da pele, o rosto apresenta as pálpebras caídas, pele enrugada e bolsas de gordura salientes ao redor dos olhos. Na prática, o paciente sente-se com aparência de triste ou ar de cansado, com bolsas que se destacam na face.

Quem tem ptose (queda da pálpebra por causas musculares), pseudoptose palpebral (queda da pálpebra em função do excesso de pele) ou xantelasmas (pequenas bolinhas de colesterol que se formam nas pálpebras) também pode realizar o procedimento. Mas a indicação da blefaroplastia também ocorre quando as causas são funcionais. Ou seja, o excesso de pele dos olhos (dermatocalase) dificulta a abertura dos olhos e restringe o campo visual, trazendo problemas na vida prática.

Mas, como se chega a esse ponto? A partir do envelhecimento da pele, ela perde elasticidade, tornando-se flácida e com rugas. Com a perda súbita de peso, as pálpebras também podem ficar mais salientes. Dependendo dos fatores genéticos e dos hábitos do paciente, o processo pode chegar mais cedo, dependendo de cada organismo.

Para quem tem indicação para o procedimento, vale mencionar que a blefaroplastia pode ser realizada apenas na pálpebra superior, na inferior ou em ambas. Nessa cirurgia, o mais comum é o médico especialista tratar apenas as bolsas de gordura da região e/ou retirar a pele em excesso. No entanto, o procedimento também pode tratar o canto dos olhos, a abertura palpebral, o formato dos olhos (ocidentalização de orientais), músculos da região, suspensão do terço médio da face, peles em excesso e outras queixas do paciente.

“Os resultados da blefaroplastia são muito satisfatórios. A pele e as bolsas que foram reposicionadas ou removidas não voltam mais, mas a perda de colágeno continua com o passar dos anos. Assim, é fundamental manter os cuidados na região dos olhos após a recuperação da cirurgia. Pode ser associada a outros procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos para melhora do terço médio da face”, explica a Dra. Marina Fagundes, especialista em cirurgia facial.

A cicatriz do procedimento fica ao longo da prega natural da pálpebra superior ou abaixo dos cílios, na inferior. A anestesia é local com sedação e leva em torno de três horas, tendo alta no mesmo dia. Após a cirurgia, é comum o paciente sentir ardor, hematomas ou edemas ao redor dos olhos. Por isso, recomenda-se repouso e uso de compressas frias, para reduzir o inchaço, que desaparece em até sete dias. Após uma semana, em geral, retiram-se os pontos e os hematomas desaparecem por volta de duas semanas. As cicatrizes tornam-se inaparentes por volta dos seis meses, na maioria dos casos.