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Quando se fala em envelhecimento cutâneo e facial, naturalmente o termo toxina botulínica vem à mente. Há quem tenha receio da aplicação, pois no passado havia um exagero e as pessoas apareciam com resultados desastrosos após o procedimento. A medicina evoluiu e, conforme já foi comentado no blog da Clínica Fagundes, hoje em dia os procedimentos cosmiátricos mais avançados trazem resultados naturais justamente por combinar os procedimentos dermatológicos estéticos com cirurgia facial e manutenção com tratamento tópico. De todas as intervenções não-cirúrgicas possíveis da face, a aplicação da toxina botulínica é a mais realizada, tanto em  mulheres como e homens.

A substância é comumente chamada de Botox, porque essa foi a primeira marca que surgiu no mercado. Existem, no entanto, outras marcas que possuem efeitos semelhantes. Em geral, a toxina ajuda a prevenir e atenuar as rugas e linhas de expressão.

“A toxina boltulínica tem ação paralisante muscular e age interrompendo a ação entre o nervo motor e o músculo. Como as rugas de expressão são resultado da contração muscular contínua, o uso da toxina botulínica vem a ser um excelente aliado para o relaxamento das nossas expressões faciais”, explica o Dr. Fernando Fagundes, dermatologista especialista em envelhecimento cutâneo e cosmiatria.

Não existe uma idade sugerida para a primeira aplicação. Deve-se individualizar cada caso, mas, por volta dos 30 anos, já é possível observar a formação de algumas rugas de expressão e a utilização da toxina botulínica pode ser pensada para evitar a formação destas primeiras marcas. Peles mais claras e finas têm mais tendência a formar rugas e outras demoram mais para mostrar os sinais do tempo. Assim, cada caso precisa ser avaliado com cuidado e por médico especialista.

Além da prevenção e atenuação de rugas e linhas de expressão, a toxina botulínica ajuda no efeito lifting e afinamento facial, aprimorando o contorno do rosto. A toxina botulínica também ajuda no tratamento de bruxismo, hiperidrose, entre outros.

Os resultados, no entanto, não aparecem de imediato. Eles aparecem após cerca de duas semanas da aplicação e duram de 4 a 6  meses. “O corpo também pode reagir à toxina e aplicações muito constantes podem levar a formação de anticorpo contra a toxina botulínica, o que acarreta a perda do efeito da toxina no longo prazo. Por isso, não recomendamos a aplicação muito constante. O intervalo mínimo de cada aplicação é de 6 meses, ainda que estejamos falando de regiões diferentes do rosto”, explica a Dra. Marina Fagundes, especialista em cirurgia facial.

Por conta de tudo isso, cada paciente precisa ser avaliado em sua individualidade, a partir das suas queixas e expectativas de resultados. Com a popularização do procedimento e o uso indiscriminado por profissionais sem qualificação, houve um aumento considerável em complicações, desde da indicação errada, preparação da substância muito diluída e aplicação em pontos inadequados.

“Em resposta ao mercado, a tecnologia evolui rápido e sempre há novidades no que se refere à aplicação da toxina. Por isso, nós, da Clínica Fagundes, participamos sempre de eventos nacionais e internacionais que trazem todas as novidades; além de promovermos workshops internos com as autoridades do assunto para oferecermos e indicarmos realmente o que há de melhor para nossos pacientes”, finaliza o Dr. Fernando Fagundes.