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A partir de quantos anos você acha que os cabelos envelhecem? Acertou quem disse que os fios começam seu processo de envelhecimento a partir dos 20 anos, com a gradual redução do metabolismo. Mas é a partir dos 50 anos que chega o ápice do envelhecimento capilar e ocorre o que as mulheres mais temem: o afinamento, a redução de densidade e textura do cabelo.

Esse processo ocorre em sintonia com o envelhecimento da pele e das unhas, ou seja, quanto mais exposto aos fatores que aceleram o tempo, mais rápido o cabelo também fica “velho”. Que fatores são esses? São os hábitos da vida, como alimentação, sono, tabagismo, exposição ao sol e à poluição, além de fatores hormonais como a menopausa. Todos esses hábitos liberam os chamados radicais livres, que promovem alterações nas células da pele, unhas e cabelos. Além disso, com o passar dos anos a produção de elastina e colágeno é reduzida, comprometendo a resistência e o selamento dos fios.

Outros pontos característicos deste processo natural são a redução da velocidade de crescimento, o surgimento de fios brancos e o fato deles se tornarem mais secos e quebradiços.

“Ao produzir mais radicais livres, são destruídas as células que dão cor e pigmento aos cabelos. A redução do estrogênio, característica da menopausa, deixa os fios mais secos e armados”, explica do dermatologista especialista em tratamento capilar, Lucas Telles. Mas, atenção: cabelos envelhecidos são diferentes dos quebradiços. Enquanto o primeiro apresenta toda a estrutura dos fios alterada, o segundo é diferente especialmente nas pontas, muitas vezes duplas, apresentando fios quebrados, opacos e sem brilho.

A boa notícia é que o envelhecimento dos fios não está relacionado com sua queda. “A calvície é um fator genético e pode ser agravada pelo envelhecimento, mas não causada pela alopecia”, diz o Dr. Lucas.

Para retardar os efeitos do tempo também nos fios, os hábitos saudáveis são o melhor caminho. Usar shampoos próprios para cada tipo de cabelo, realizar hidratação constantemente e proteger os fios dos efeitos da radiação solar estão entre as recomendações médicas para diminuir a chance de quebra das madeixas. “Em alguns casos, pode-se suplementar a alimentação com substâncias como biotina, ferro e zinco, desde que com recomendação médica”, finaliza o Dr. Lucas Telles.