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Quem é vaidosa, atenta e já passou dos 50 anos certamente notou muitas alterações na pele após atingir a maturidade. Nesta fase da vida, as funções fisiológicas já estão menores e a pele torna-se mais frágil e fina. Isso acontece por conta da desaceleração da produção de colágeno e do consequente afastamento da derme e da epiderme. Por isso, em qualquer batida ou trauma, a pele fica machucada com mais facilidade que na juventude.

As pessoas de 50 anos ou mais de hoje viveram em uma época em que o filtro solar não era amplamente difundido. Assim, esta é uma geração que apresenta o fotodano, ou seja, os estragos causados pela exposição solar exagerada e sem proteção. Esse estrago é conhecido como melanose ou manchas senis. Assim, se não há o hábito do protetor solar, faz-se necessário adquiri-lo e rápido. Uma rotina saudável que mescla boa alimentação, exercícios físicos e sem vícios também é refletida no rosto.

Diante de todo esse quadro de fotodano e hábitos saudáveis, a pele madura merece cuidados especiais. O princípio de tudo é a hidratação, pois quanto mais velha é a pele, maior a desidratação e menores são a oleosidade e a elasticidade. Os banhos também precisam ser rápidos e com água morna, ou seja, em temperatura ambiente. Os sabonetes líquidos são menos agressivos e, por isso, também são mais indicados para essa faixa etária.

Com o tempo, também perdemos a capacidade de sintetizar a vitamina D com a exposição solar consciente. Assim, a suplementação é inevitável. Além da vitamina D, os dermatologistas costumam indicar vitaminas do complexo B, como a Biotina, que ajuda a melhorar a qualidade das unhas, por exemplo.

A flacidez facial e do pescoço também é uma queixa recorrente da faixa etária. Com o envelhecimento facial os tecidos moles atrofiam e os coxins gordurosos perdem volume e alteram o contorno facial, dando origem a ossos saltados e fundos, sem destaque para maçãs do rosto ou sem perfil definido. “A tecnologia médica possui inúmeras alternativas para atenuar esses efeitos, que vão de preenchedores, neuromoduladores e procedimentos cirúrgicos específicos, além da rotina de cuidados em casa. No entanto, recomendamos sempre a combinação de técnicas adaptados à singularidade do paciente para conferir o resultado natural e harmônico”, diz o Dr. Fernando Sens Fagundes, dermatologista especialista em envelhecimento cutâneo.

Seja qual for a queixa, o ideal é sempre a prevenção. Quanto antes a pele for cuidada, menores os efeitos do envelhecimento na pele. Assim, consultas periódicas com o dermatologista devem estar na rotina de qualquer pessoa, antes ou depois dos 50 anos.