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A técnica cirúrgica para a rinoplastia evoluiu e hoje em dia ouve-se falar de rinoplastia preservadora. Seguindo o mesmo protocolo do pós-operatório das técnicas anteriores, esse procedimento propõe uma cirurgia que conserva ligamentos e tecidos, recuperação mais rápida e abre a perspectivas de novas intervenções futuras.

Para entender melhor, pode-se recorrer às fases anteriores da rinoplastia. No começo, a cirurgia era reducional, ou seja, moldava o nariz com a retirada do tecido ósseo e cartilaginoso do nariz, visando um formato mais adequado. A crítica desse método eram as seqüelas para o paciente, que acabava tendo seu nariz “desestruturado”.

Surgiu então a rinoplastia estruturada, que preza pelo formato a partir da estruturação sólida e confiável. Ainda assim, novas intervenções poderiam demandar enxertos de cartilagem e cicatrização mais delicada. Bastante empregado ainda hoje, esse método aposta na naturalidade e harmonia do rosto como um todo, tendo o nariz como elemento chave do equilíbrio facial.

Com a rinoplastia preservadora, surge um procedimento menos agressivo e, por isso, que tende a ter uma recuperação mais rápida. Essa cirurgia usa apenas cortes internos, com uma técnica que minimiza inclusive o surgimento de hematomas.

“Como cada pessoa tem uma anatomia única e hábitos particulares, não podemos dizer que a rinoplastia preservadora aplica-se a todos os casos. É preciso avaliar cada queixa e situação para definir o melhor caminho a ser seguido, a partir de uma conversa franca com o paciente”, explica a otorrinolaringologista Marina Fagundes, especialista em cirurgia facial.